terça-feira, 26 de agosto de 2014

Futebol para cegos final 2010 - Blind Football...


Ver ou comentar a postagem de Fabio Veras »
O Google+ torna o compartilhamento na web mais parecido com o compartilhamento na vida real. Saiba mais.
Participar do Google+
Você recebeu essa mensagem porque Fabio Veras a compartilhou com labocomp.solidariedade@blogger.com. Cancelar a inscrição desses e-mails.
Você não pode responder a este e-mail. Visualize a postagem para adicionar um comentário.
Google Inc., 1600 Amphitheatre Pkwy, Mountain View, CA 94043 USA

Trabalho de Religiao

Atletas-guia Rei e Rainha do Mar no Benjamin...


Ver ou comentar a postagem de Rion Tatibana dos Santos »
O Google+ torna o compartilhamento na web mais parecido com o compartilhamento na vida real. Saiba mais.
Participar do Google+
Você recebeu essa mensagem porque Rion Tatibana dos Santos a compartilhou com labocomp.solidariedade@blogger.com. Cancelar a inscrição desses e-mails.
Você não pode responder a este e-mail. Visualize a postagem para adicionar um comentário.
Google Inc., 1600 Amphitheatre Pkwy, Mountain View, CA 94043 USA
CURIOSIDADES SOBRE O INSTITUTO BENJAMIM CONSTANTEmoji

Instituto Benjamin Constant

No mapa, o instituto está nomeado como "IBC".

https://www.youtube.com/watch?v=jFzanps02BI

Esse vídeo mostra como pessoas com deficiência visual superaram seu desafio de não conseguir enxergar.

Futebol de Cegos - Visão no Esporte x IBC...


Ver ou comentar a postagem de Fabio Veras »
O Google+ torna o compartilhamento na web mais parecido com o compartilhamento na vida real. Saiba mais.
Participar do Google+
Você recebeu essa mensagem porque Fabio Veras a compartilhou com labocomp.solidariedade@blogger.com. Cancelar a inscrição desses e-mails.
Você não pode responder a este e-mail. Visualize a postagem para adicionar um comentário.
Google Inc., 1600 Amphitheatre Pkwy, Mountain View, CA 94043 USA

Vídeo IBC

https://www.youtube.com/watch?v=aL8qyBj3utw
Uma partida de futebol entre os cegos do Instituto Benjamin Constant e algum outro instituto provavelmente 

benjamim constant

Luz e Trevas

"E a terra era sem forma e vazia: e havia trevas sobre a face do abismo; e o 'Espírito de Deus' se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz. E houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas."

Livro do Gênesis, Capítulo I

Não raramente, utilizamos a expressão "fechar os olhos" com a acepção de "ignorar" ou "não considerar".

Independente do significado empregado, o "fechar os olhos" carrega em si a idéia de que a LUZ precede a Criação e, por que não dizer, nossa percepção do mundo e da própria realidade. A ausência de luz, comumente denominada "TREVAS", seria, por outro lado, associada a coisas como "ignorância", "desordem", "não existência".

Esses conceitos encontram-se presentes em nossos arquétipos mais significativos e deles fazemos uso, mesmo sem nos dar conta. Contudo, uma abordagem mais crítica e objetiva acerca das coisas que dizemos e fazemos em nosso dia-a-dia, em nome dessas "idéias pré-concebidas", nos levaria à conclusão de que as mesmas abrigam preconceitos, erros de avaliação. Buscamos a luz e, ao mesmo tempo, nos afastamos dela!

Muitos rejeitam o indivíduo de cor "negra" e, ao fazerem isto, estão, inconscientemente, admitindo a si mesmos que a cor da pele é condição necessária e suficiente para classificar alguém como "incapaz", "ignorante", "incompetente". Usam a luz para ocultar as trevas, que aqui se manifestam através da descriminação, da indiferença, da marginalização. Torna-se mais fácil, simplesmente, "fechar os olhos"

Da mesma forma, não são poucos aqueles que encaram a cegueira como sendo uma condição limitadora, ou mesmo incapacitadora. A cegueira é vista sob a ótica do medo. Mantendo-se distante o indivíduo cego, procura-se afastar o receio inconsciente da "privação da luz". O conhecimento puro e objetivo que poderia advir da compreensão da realidade do indivíduo cego é, então, deixado de lado e, mais uma vez, "fecha-se os olhos".

Longe de ser limitado por sua condição, o deficiente visual não deve ser visto como "uma pessoa digna de dó", "uma pessoa desafortunada", "alguém que precisa ser tutelado, assistido em todos os seus atos". Não obstante o fato de que tem necessidades especiais, o deficiente visual apresenta os mesmos sentimentos e aspirações daqueles considerados "videntes". Possui, portanto, potencial que precisa ser estimulado e trabalhado de modo a possibilitar sua integração ao mundo em que vive.

Assim sendo, tendo em vista tudo o que foi exposto, as seguintes quetões poderiam ser objeto de maior estudo e reflexão:

- O que é a deficiência visual? 
- Quais são seus aspectos físicos e psicológicos?
- Como o índivíduo constroi sua realidade enquanto deficiente visual, interagindo com o mundo que o cerca?
- Como o deficiente visual orienta-se no espaço à sua volta, construindo sua autonomia?
- Quais os direitos do deficiente visual enquanto cidadão?
- Como seria abordada a educação do deficiente visual?
- Por que meios o deficiente visual teria acesso aos meios de informação?
- Que aspectos envolveriam as relações afetivas com, e entre, deficientes visuais?

Buscando respostas a estas indagações, procurou-se reunir nesta seção de nosso Site diversos artigos, selecionados dentre os muitos publicados ao longo das diversas edições da Revista Benjamin Constant. Estes artigos tiveram sua formatação adaptada para exibição como página da web, dentro dos padrões obedecidos pelas demais páginas deste Site.

Esperamos, com esta seção, fornecer um painel o mais abrangente possível sobre a questão da cegueira e suas diversas implicações. Não temos, contudo, a pretensão de esgotar tudo o que há para ser dito sobre este tema. Estamos, portanto, aberto a novas inclusões e/ou sugestões que venham a ampliar ainda mais o nosso "OLHAR SOBRE A CEGUEIRA".

Afinal, ausência de luz não significa "ausência de vida", mesmo porque a luz que mais brilha é aquela que mantemos acesa dentro de nós!

Gerson F. Ferreira - Coordenador Geral de Informática do Instituto Benjamin Constant.
Bruna Rivas e Victoria Rohl

Fotos IBC

https://www.youtube.com/watch?v=jFzanps02BI
Esse vídeo fala sobre uma visita de algumas pessoas que visitaram o Instituto Benjamin Constant 

fhdr5tjuyjuytjkd



--

G

Adaptação no Sistema Braille



Público: Professores e acadêmicos da área da Educação.

Ementa: Normas técnicas e critérios para adaptação de textos e livros no Sistema Braille. Principais grafias utilizadas no Brasil.

Carga horária total: 40 horas/aula

Pré-requisitos: Domínio do Sistema Braille. Utilizar o sistema de leitura e escrita em tinta comum.

Nº de vagas: 25

Período do curso: de 02/10 a 06/11/2014.

Horários: Terças e quintas, das 18:15 às 21:45 hs.

ATENÇÃO: NÃO será oferecido alojamento para este curso.
Período de pré-inscrições: De 01 a 31/08/2014.
Documentos Obrigatórios: 
• Ficha de Pré-Inscrição preenchida na íntegra: Clique aqui e faça o download da ficha de pré-inscrição.
• Documento de Identidade
• Certificado de conclusão de curso superior na área da Educação ou declaração da instituição de que é aluno regularmente matriculado em curso desta área;
• Foto 3 x 4 recente (apresentar no 1º dia de aula)

LEITURA OBRIGATÓRIA: Orientações para inscrição e outras informações importantes.
Para certificação: Frequência mínima de 80%.

Taxa de material: R$ 80,00

Professoras: Maristela Dalmolin e Paula Marcia Barbosa.

Breve currículo:

Maristela Dalmolin: Graduada em Letras (Língua Portuguesa e Literatura Brasileira) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduada em Administração Escolar pela Universidade Cândido Mendes. Desde 1994 atua como professora do Instituto Benjamin Constant (IBC). Foi coordenadora do 1º segmento do Ensino Fundamental por quatro anos e no 2º segmento coordenou por dois anos. Atualmente é adaptadora de livros didáticos e paradidáticos no Departamento Técnico-Especializado (DTE). Participa da comissão de audiodescrição no IBC. Em 2012 foi colaboradora no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência Visual na disciplina Adaptação, Transcrição e Impressão em Braille.

Paula Marcia Barbosa: Graduada em Matemática pela Universidade Federal Fluminense (UFF), pós-graduada em Docência Superior pelo Instituto Superior de Ensino Pedagógico (ISEP), especialista na Área da Deficiência Visual desde 1982 (IBC). Atuou como professora até 2010 nas turmas de 6º ao 9º anos, lecionando geometria. Desde 1992 é professora da disciplina Recursos Didáticos para o Ensino de Matemática no Curso de Qualificação de Professores na Área da Deficiência Visual. Autora do trabalho monográfico "Geometria e Deficiência Visual" (1998). Autora do artigo "Geometria" publicado na revista técnico-científica Benjamin Constant (revista nº 25, 2003). Uma das autoras do livro "Atividades Matemáticas para Alunos Deficientes Visuais" (UFRJ, 2010). Atualmente é Coordenadora de Adaptação no Departamento Técnico-Especializado (DTE), no IBC. É professora de Adaptação, Transcrição e Revisão de Textos em Braille no IBC. 

PROGRAMA:
• UNIDADE I
1. Breve histórico da produção braille no IBC
2. Etapas da produção de livros em braille
2.1. Adaptação
2.2. Transcrição
2.3. Revisão do texto em braille
2.4. Impressão e encadernação
3. Pré-requisitos dos profissionais
4. Critérios essenciais para adaptação dos modernos livros didáticos.

• UNIDADE II
1. Normas técnicas para transcrição de textos em Braille
1.1. Capas/Copyright/Ficha Catalográfica
1.2. Índice/Separação de Capítulos
1.3. Identificação/Paginação
1.4. Títulos
1.5. Diagramação
1.6. Parágrafo/Questões de Provas e Itens de exercícios
1.7. Notas de Rodapé
1.8. Desenhos/Figuras/Lacunas
1.9. Nota de transcrição
1.10. Versos
1.11. Palavras Estrangeiras
1.12. Símbolos para Representações não previstas na Grafia Braille
1.13. Glossário/Índice de Nomes, Índice Remissivo, Índice de Assuntos
1.14. Bibliografia
1.15. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do 1º segmento do Ensino Fundamental.

• UNIDADE III
1. Adaptações 
1.1. Esquemas
1.2. Gráficos
1.3. Tabelas
1.4. Caça-Palavras
1.5. Palavras Cruzadas
1.6. Tirinhas e histórias em quadrinhos
1.7. Mapas
1.8. Atividades práticas de adaptação de conteúdos de livros didáticos do 1º segmento do Ensino Fundamental.

METODOLOGIA: aulas teóricas e práticas

AVALIAÇÃO: adaptação de conteúdo de livro didático

MATERIAIS: apostila

BIBLIOGRAFIA:
Grafia Braille para a Língua Portuguesa, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Normas Técnicas para a Produção de Textos em Braille, 2ª edição. Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006.
Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa – CMU, Ministério da Educação – Secretaria de Educação Especial. Brasília, 2006

Fotos IBC

Foto da entrada do Instituto Benjamin Constant

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Instiituto Benjamim Constant

sala de maquetes de monumentos históricos do rj! onde os cegos podem 'ver' as paisagens da nossa cidade em miniatura

A turma assistindo ao vídeo institucional